Chocolate faz mal à pele? Mito ou verdade?

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Com a proximidade da Páscoa, aumenta muito o consumo de chocolate e há sempre dúvidas sobre o bem e o mal que o alimento pode fazer à saúde. Será que ele é mesmo prejudicial à pele? Comer esta delícia pode realmente causar o aparecimento da acne ou piorar as inflamações naquelas pessoas que já sofrem do problema? MITO ou VERDADE?

MITO! Obviamente que não estamos falando aqui de casos especiais, como pessoas que apresentam alergias ou intolerância à lactose ou glúten. Mas a grande verdade é que não há nenhuma comprovação científica sobre os malefícios que o chocolate pode causar à pele. Pelo contrário, o alimento, além de extremamente saboroso, apresenta uma série de propriedades benéficas ao organismo. Basta ser consumido com moderação.

A recomendação diária, após as principais refeições, é de 30 gramas de chocolate que contenha 70% de cacau (este tipo possui menos açúcar e nenhum leite) em sua composição, ou seja, a versão meio amargo. Quando consumido nas porções adequadas, o chocolate atua, até mesmo, como um alimento anti-inflamatório, uniformizando o tom da pele e aumentando a hidratação cutânea, sendo utilizado, inclusive, em tratamentos antiaging.

Já quando aplicado diretamente na pele ou cabelos, sob a forma de máscaras e hidratantes, o chocolate promove emoliência, hidratação, revitalização, luminosidade e maciez, combatendo o ressecamento. Isso acontece porque o grão do cacau é rico em vitaminas, minerais, ácidos graxos e flavonóides, substâncias com alto poder antioxidante, que protegem a pele da ação danosa dos radicais livres, que colaboram para o envelhecimento precoce.

Além de todos esses benefícios para a pele, pesquisadores canadenses descobriram, há poucos anos, mais um ótimo motivo para se comer o chocolate meio amargo. Por ser rico em polifenóis – substâncias naturais que blindam a pele contra a radiação solar -, constatou-se sua eficiência na proteção contra os efeitos nocivos do sol.

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