Dra. Paula Bellotti fala sobre ‘Procedimentos Não-Invasivos para Rejuvenescimento Facial’ no 1st Annual Global Aesthetics Conference

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Referência em procedimentos a laser, a dermatologista Paula Bellotti embarca hoje pra Miami Beach a convite da organização do 1ST Annual Global Aesthetics Conference. Membro-titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), ela irá proferir, no sábado, a palestra “Non-Invasive Procedures for Facial Rejuvenation”,onde abordará o conceito ‘Be Natural’, tão propagado em sua clínica, no Leblon, com foco na regeneração da pele de dentro para fora e contra o excesso de procedimentos estéticos que, muitas vezes, mudam completamente a fisionomia e a expressão das pessoas.

Para a Dra. Paula Bellotti, a saúde da pele deve vir sempre em primeiro lugar e o mais importante é se sentir bem com a idade que se tem, em todas as fases da vida. Segundo ela, existem hoje avançadas tecnologias, como lasers, ultrassom microfocado, radiofrequência, infravermelho, microagulhamento, peelings e outros procedimentos feitos em consultório, que tratam profundamente a pele, estimulando a produção de colágeno novo, proteína que confere sustentação e firmeza à pele, e regenerando-a de dentro para fora.  “Sem tirar o paciente da rotina, eles tratam manchas, suavizam rugas, linhas, olheiras, melhoram a luminosidade e a textura geral da pele e redefinem o contorno facial, com ótimos resultados e o principal: com aspecto bem natural”.

Considerada dermatologista referência em pele negra, a Dra. Katleen Conceição, que comanda o Setor de Pele Negra da Clínica Paula Bellotti, também participa como palestrante, no sábado, do Global Aesthetics Conference. Ela irá abordar o tema “Lasers and Options for Dark Skin Types”, abordando sua larga experiência com procedimentos a laser em pacientes de pele morena e negra. Segundo ela, se por um lado, a maior quantidade de melanina presente neste tipo de pele a torna mais resistente ao sol e a maior concentração de fibras colágenas adia o aparecimento das primeiras rugas, por outro ela é bem mais suscetível ao aparecimento de manchas, cicatrizes e queloides, por exemplo.

Dra. Katleen Conceição, que tem título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), explica que os lasers podem, sim, ser feitos na pele negra, mas sempre com muita cautela e em baixas fluências para evitar o risco de queimaduras e manchas. Eles podem ser utilizados para tratar queixas como foliculite (pêlos encravados), manchas pós-acne, estrias e cicatrizes, muito comuns na pele negra.

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